Atendimento Especializado em todo o Brasil
Spravato (cloridrato de escetamina intranasal) é um medicamento de uso controlado, indicado para tratamento de depressão resistente, moderada a grave, inclusive em casos de ideação suicida, sempre após criteriosa avaliação do médico responsável.
Quando há prescrição médica fundamentada e preenchidos os critérios técnicos, o plano de saúde tem o dever de custear o tratamento, e nossa atuação é exclusivamente jurídica, para defender esse direito.
Spravato (cloridrato de escetamina intranasal) é um medicamento de uso controlado, indicado para tratamento de depressão resistente, moderada a grave, inclusive em casos de ideação suicida, sempre após criteriosa avaliação do médico responsável.
Quando há prescrição médica fundamentada e preenchidos os critérios técnicos, o plano de saúde tem o dever d custear o tratamento, e nossa atuação é exclusivamente jurídica, para defender esse direito.
Algumas operadoras acabam negando ou restringindo o custeio desse tratamento, alegando alto custo, ausência no rol ou outras justificativas contratuais.
Nessas situações, é necessário se a negativa está de acordo com:
• A legislação que regula os planos de saúde.
• As normas e diretrizes aplicáveis à saúde suplementar.
• A proteção do consumidor e o entendimento dos tribunais em casos de medicamentos de alto custo.
Se o plano de saúde negou ou limitou o custeio do Spravato prescrito pelo seu médico, alguns cuidados práticos podem ajudar na proteção dos seus direitos:
• Solicitar a negativa por escrito, com a justificativa apresentada pela operadora.
• Guardar a receita, laudos e relatórios médicos que expliquem a indicação do medicamento.
• Buscar orientação jurídica especializada em direito da saúde suplementar para analisar a recusa.
Com essa documentação, um advogado pode verificar se a negativa é legítima ou se há base para questioná-la judicialmente, buscando o custeio do medicamento.
Nossa atuação é jurídica, voltada a defender o direito do paciente ao tratamento prescrito, quando a negativa do plano se mostra incompatível com o ordenamento. Em linhas gerais, podemos:
• Recepcionar a prescrição e os documentos médicos que embasam o uso de Spravato.
• Examinar o contrato do plano de saúde e a negativa de custeio emitida pela operadora.
• Quando houver elementos, realizaremos a propositura de uma ação judicial para buscar o custeio de Spravato pelo plano, conforme indicação médica e critérios técnicos.
• Todo o atendimento é realizado com sigilo, respeito à condição clínica do paciente e transparência quanto às possibilidades e limites da via judicial.
Se você ou um familiar recebeu prescrição de Spravato (esketamina) e o plano de saúde negou ou dificultou o custeio, podemos analisar juridicamente o caso e explicar os caminhos possíveis.
Você pode enviar a prescrição, os laudos médicos, a negativa do plano e seus dados de contrato para uma avaliação individualizada.
Atendimento Especializado em todo o Brasil
Sustenna e Trinza são antipsicóticos injetáveis à base de palmitato de paliperidona, usados no tratamento da esquizofrenia e transtorno esquizoafetivo, mas com durações e apresentações distintas. Nosso escritório oferece assessoria jurídica especializada em negativas de cobertura por planos de saúde para esses medicamentos.
Ambos tratam esquizofrenia em adultos, prevenindo recaídas e controlando sintomas como delírios e alucinações. Sustenna é inicial para estabilização mensal; Trinza para manutenção em pacientes estáveis, melhorando adesão.
Quando há prescrição médica fundamentada e observados os critérios técnicos, o plano de saúde deve custear esses tratamentos, e nossa atuação é exclusivamente jurídica para defender esse direito.
Invega Sustenna e Invega Trinza são medicamentos injetáveis de ação prolongada, utilizados em determinados quadros psiquiátricos, conforme seguindo indicação psiquiátrica especializada.
Eles são administrados em ambiente adequado, com monitorização e acompanhamento profissional, seguindo protocolos médicos.
A decisão sobre usar ou não esses medicamentos, bem como dose e intervalo entre aplicações, é exclusiva do médico assistente, de acordo com a realidade clínica de cada paciente.
Nosso papel é esclarecer os direitos do paciente em relação ao plano de saúde quando existe prescrição fundamentada e, ainda assim, ocorre negativa ou limitação de custeio.
Algumas operadoras negam o custeio, alegando alto custo, ausência no rol da ANS, uso “não previsto em contrato” ou outras justificativas genéricas.
Nessas situações, é possível avaliar se a negativa está de acordo com:
• A legislação que regula os planos de saúde.
• As normas e diretrizes aplicáveis à saúde suplementar.
• A proteção do consumidor e o entendimento dos tribunais em casos de medicamentos de uso contínuo e alto custo.
Cada caso deve ser analisado individualmente, considerando a prescrição médica, laudos, histórico terapêutico e a jurisprudência.
Se o plano de saúde negou ou dificultou o acesso de Invega Sustenna ou Invega Trinza indicados pelo seu médico, alguns passos podem ajudar na proteção dos seus direitos:
• Solicitar a negativa por escrito, com a justificativa usada pela operadora.
• Guardar a receita, laudos e relatórios médicos que expliquem a necessidade do medicamento.
• Buscar orientação jurídica especializada em direito da saúde suplementar para analisar a recusa.
Com essa documentação, um advogado pode verificar se a negativa é legítima ou se há base para questioná-la judicialmente, buscando o custeio do medicamento e, quando cabível, reembolso de valores já pagos.
Nossa atuação é jurídica e focada em garantir que a relação com o plano de saúde respeite a legislação e os direitos do paciente. De forma resumida, podemos:
• Recepcionar a prescrição e os documentos médicos que justificam o uso de Invega Sustenna/Trinza.
• Avaliar a negativa de custeio emitida pela operadora.
• Verificar se a recusa está alinhada às normas regulatórias e à jurisprudência sobre medicamentos de longa duração e alto custo.
• Quando houver fundamento, realizaremos a propositura de uma ação judicial para buscar o custeio regular de Invega Sustenna ou Invega Trinza pelo plano, conforme indicação médica.
Todo o atendimento é feito com sigilo, respeito à condição clínica do paciente e transparência quanto aos possíveis caminhos jurídicos.
Se você ou um familiar recebeu prescrição de Invega Sustenna ou Invega Trinza e o plano de saúde negou ou restringiu o custeio, podemos analisar juridicamente o caso e explicar os caminhos possíveis.
Você pode enviar a prescrição, laudos médicos, a negativa do plano e dados do contrato para uma avaliação individualizada, com foco em seus direitos.
Atendimento Especializado em todo o Brasil
Vyalev (foslevodopa/foscarbidopa) é uma terapia de infusão subcutânea contínua, 24 horas por dia, desenvolvida para adultos com Doença de Parkinson avançada que apresentam flutuações motoras importantes.
A combinação de foslevodopa e foscarbidopa foi aprovada pela FDA em 2024, representando uma inovação no manejo da doença.
O objetivo é oferecer um fornecimento mais estável da medicação ao longo de 24 horas, reduzindo oscilações motoras em pessoas com Parkinson avançado, como demonstrado em estudos clínicos.
A indicação de Vyalev, a seleção de pacientes, o ajuste de dose e o acompanhamento dos efeitos são responsabilidades do neurologista, com base na avaliação individual de cada caso.
Por ser uma terapia inovadora, administrada por bomba de infusão e de alto custo, é comum que os planos de saúde neguem o custeio do tratamento
As operadoras podem alegar questões como uso domiciliar, etapa regulatória, custo elevado, ausência em rol ou falta de previsão contratual específica.
Nesses cenários, é possível avaliar se a negativa está de acordo com:
• A legislação que regula os planos de saúde no Brasil.
• As normas e diretrizes aplicáveis à saúde suplementar.
• A proteção do consumidor e o entendimento dos tribunais em casos de medicamentos e tecnologias de alto custo.
Como o contexto regulatório de terapias inovadoras evolui com o tempo, cada situação precisa ser analisada individualmente, considerando a prescrição médica, o estágio regulatório e o contrato do plano.
Se o plano de saúde negar ou dificultar o custeio de Vyalev prescrito pelo seu médico, algumas medidas práticas podem ajudar na defesa dos seus direitos:
• Solicitar que a negativa seja fornecida por escrito, com a justificativa utilizada pela operadora.
• Guardar a prescrição médica, laudos e relatórios que demonstrem a necessidade da terapia.
• Buscar orientação jurídica especializada em direito da saúde suplementar para análise da recusa.
Com esses documentos, um advogado pode verificar se há base para discutir o custeio, levando em conta a legislação, a situação regulatória do medicamento e as particularidades do seu contrato.
Nossa atuação é exclusivamente jurídica, auxiliando pacientes e familiares a compreenderem seus direitos. Nossa atuação concentra-se na defesa dos direitos do paciente perante o plano de saúde. Em linhas gerais: <br
• Recepcionamos a prescrição e os relatórios médicos que embasam o uso de Vyalev.
• Examinamos a negativa de custeio emitida pela operadora.
• Verificamos se a recusa é compatível com as normas de saúde suplementar, a legislação e a jurisprudência sobre medicamentos inovadores e de alto custo.
• Quando houver fundamento, realizaremos a propositura de uma ação judicial adequada para buscar o custeio da terapia, respeitando os limites regulatórios e a indicação médica.
Todo o atendimento é feito com sigilo, respeito à condição clínica do paciente e transparência.
Se você ou um familiar recebeu prescrição de Vyalev (foslevodopa/foscarbidopa) e encontrou dificuldades ou negativa do plano de saúde para custear o tratamento, podemos analisar juridicamente o caso e explicar os caminhos possíveis.
Você pode enviar a prescrição, laudos médicos, a negativa do plano e os dados do contrato para uma avaliação individualizada.
Atendimento Especializado em todo o Brasil
Amvuttra (vutrisiran) é um medicamento de alto custo indicado para adultos com polineuropatia em estágios 1 e 2 da amiloidose hereditária mediada pela transtirretina (hATTR).
Existem outras terapias com mecanismo semelhante, mas com forma de aplicação diferente, e muitos pacientes enfrentam dificuldades para obter o custeio desses tratamentos pelos planos de saúde.
Nossa atuação é exclusivamente jurídica, voltada a orientar pacientes e familiares sobre seus direitos à cobertura, conforme a prescrição médica e a legislação aplicável.
A amiloidose hereditária mediada pela transtirretina (hATTR) é uma doença rara em que proteínas anormais (amiloides) se acumulam em diferentes tecidos, especialmente nos nervos periféricos, podendo também afetar coração e outros órgãos.
Essa deposição causa polineuropatia progressiva, com sintomas como dor, perda de sensibilidade, fraqueza, alterações de marcha e manifestações autonômicas, com impacto importante na qualidade de vida.
O diagnóstico e o acompanhamento devem ser feitos por equipes especializadas em amiloidose. A indicação, o início e o acompanhamento do tratamento são decisões médicas, baseadas nas características clínicas de cada paciente. Nosso papel é complementar: tratar dos aspectos jurídicos relacionados ao acesso aos tratamentos.
Por se tratar de medicamento de alto custo e destinado a doença rara, é comum que o acesso a Amvuttra e terapias semelhantes seja negado pelo plano de saúde.
Operadoras podem recusar ou limitar o custeio alegando ausência em rol, falta de previsão contratual específica, custo elevado ou outras justificativas.
De acordo com a legislação de planos de saúde e proteção ao consumidor, a negativa de custeio é abusiva, quando há:
• Diagnóstico confirmado de hATTR;
• Prescrição médica fundamentada, com indicação de Amvuttra ou tratamento similar;
• Enquadramento nos critérios clínicos descritos em bula, diretrizes ou protocolos,
Se o plano de saúde negou ou dificultou o custeio de Amvuttra ou de terapia similar, alguns passos ajudam a organizar a defesa dos seus direitos:
• Solicite a negativa por escrito, com a justificativa utilizada pela operadora.
• Guarde laudos, exames e relatórios médicos que documentem o diagnóstico e a indicação do tratamento.
• Busque orientação jurídica especializada em direito à saúde para análise da recusa.
Com essa documentação, é possível avaliar se a recusa é lícita ou se há fundamento para discutir judicialmente o custeio do medicamento, sempre considerando o caso concreto e os limites regulatórios.
Nossa atuação é exclusivamente jurídica e voltada à defesa dos direitos do paciente. Em linhas gerais:
• Recepcionamos a prescrição e os documentos médicos que embasam o uso de Amvuttra.
• Examinamos a negativa de cobertura emitida pela operadora.
• Verificamos se a recusa está alinhada com a legislação, normas da saúde suplementar e decisões judiciais sobre medicamentos de alto custo para doenças raras.
• Quando houver fundamento, realizamos a propositura de uma ação judicial adequada para buscar o custeio do tratamento, observando os limites regulatórios e a indicação médica.
Todo o atendimento é feito com sigilo, respeito à condição do paciente e transparência.
Se você ou um familiar recebeu indicação de Amvuttra ou terapia semelhante e encontrou dificuldade ou negativa do plano de saúde, podemos analisar juridicamente o caso e explicar os caminhos possíveis.
Você pode enviar a prescrição, laudos médicos, a negativa do plano e os dados do contrato para uma avaliação individualizada.
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